11 de Novembro, 2025
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Preço do luxo: GP de São Paulo de Fórmula 1 neste domingo tem pacotes de até R$ 50 mil em camarote
O GP de São Paulo de Fórmula 1 esgotou praticamente todos os seus ingressos, incluindo os mais caros. A alta demanda, que inclui um terço de público estrangeiro, impulsionou a venda de experiências premium e camarotes de luxo. Área mais luxuosa do autódromo, o pacote do Paddock Club, vendido exclusivamente pelo site oficial da F1, chegava a custar R$ 50 mil para os três dias. O espaço oferece posição privilegiada da pista e uma experiência gastronômica, com chefs internacionais e open bar. É lá que as celebridades permanecem durante os dias de GP. Já o Grand Prix Club foi vendido a partir de R$ 19,3 mil, também com vista panorâmica, alimentação e bebidas liberadas, além de acesso ao camarote e visitação aos boxes. Outros pacotes de hospitalidade também se esgotaram, com valores que variavam de R$ 3 mil a R$ 15 mil. Os camarotes ligados a empresas parceiras da organização, na área Terrace Club, possuem tão preços “salgados” quanto os oficiais, de até R$ 25 mil. Os ingressos para este espaço variavam de R$ 10 mil para a sexta-feira (7), R$ 18 mil para esse sábado (8) e R$ 20 mil para este domingo (9). O pacote completo, cobrindo os três dias do evento e translado, foi vendido por R$ 25 mil – e esgotaram. O Setor B, a arquibancada padrão mais cara, tinha piso de R$ 4,9 mil, com vista para a largada e o pódio, além de buffet e open bar. Entre os setores mais acessíveis, caso do Setor G, ingressos partiam de R$ 465,00. A única área com bilhetes ainda disponíveis é a Fanzone, com valores a partir de R$ 290,00. No entanto, o acesso à pista é apenas por telões, embora o local ofereça shows e a chance de encontros com pilotos e personalidades do esporte no palco de atrações. O GP de São Paulo é o principal evento recorrente do calendário esportivo brasileiro. Uma das etapas do Campeonato Mundial de pilotos e construtores, acontece anualmente no Autódromo de Interlagos, na cidade de São Paulo. A última edição reuniu público de 291,7 mil pessoas no autódromo nos três dias de evento e injetou mais de R$ 1,96 bilhão na economia local, além de proporcionar cerca de 20 mil empregos. Transmitido ao vivo para mais de 180 países, gera US$ 447,3 milhões em retorno de mídia para a cidade de São Paulo. Além de proporcionar entretenimento de qualidade, o GP São Paulo de F1 coloca à disposição de seus parceiros uma poderosa plataforma para divulgação de marcas e para relacionamento. (Com informações do portal UOL)


Esporte - Presidente da CBF diz que “não irá permitir xenofobia” contra técnico da Seleção Brasileira
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, subiu o tom em relação às declarações feitas por Oswaldo de Oliveira e Emerson Leão sobre não “gostarem” de treinadores estrangeiros no comando da Seleção e que causaram constrangimento a Carlo Ancelotti. Xaud revelou que conversou com o técnico italiano e que ele não se abalou com o ocorrido. Assim, segundo o presidente, Ancelotti encontra-se “tranquilo” para seguir o trabalho rumo à Copa do Mundo. “Conversei com ele. Está tranquilo, se manteve tranquilo, não afetou em nada o Ancelotti. O que eu quero deixar claro aqui é que a gente não vai permitir qualquer tipo de xenofobia, discriminação por conta de nacionalidade. A gente vê o profissional pela competência dele. Então a CBF está tranquila em relação a isso, o Ancelotti está tranquilo. Isso não vai atrapalhar nada”, disse ele em conversas com jornalistas nesta segunda-feira, 10. Os comentários feitos por Oswaldo e Leão aconteceram no 2º Fórum Brasileiro dos Treinadores de Futebol, na última terça-feira (4). As falas foram repudiadas por ex-jogadores e até mesmo por Alfredo Sampaio, diretor da Federação Brasileira de Treinadores de Futebol (FBTF). Ex-goleiro e ex-treinador, campeão do mundo com a Seleção em 1970, Leão fez um discurso polêmico durante o evento, que tinha como intenção ser uma cerimônia de reconhecimento. Apesar de se mostrar contra a contratação de estrangeiros, o ex-técnico apontou os próprios treinadores como “culpados”. “Eu sempre disse que eu não gosto de treinadores estrangeiros no meu país. Antes eu falava que eu não suportava, não suportaria treinadores (estrangeiros). Não mudo a minha opinião. Mas tenho que ser inteligente o suficiente pra dizer que isso tudo tem um culpado. Nós. Nós, treinadores, somos culpados da invasão de outros treinadores que não têm nada a ver com isso”, disse Leão. Já na reta final de seu discurso, Leão ainda desejou “boa sorte” para Carlo Ancelotti, além de pedir desculpas ao italiano pelo discurso. “Me desculpe, mas vale a pena. Você tem tudo para se tornar uma pessoa muito importante para os brasileiros. Então, boa sorte no seu futuro. Boa sorte para você também”, findou Leão. Quem também se mostrou contra os estrangeiros trabalhando no Brasil foi Oswaldo de Oliveira. Em sua fala, o treinador com passagem marcante por diversos clubes, como Corinthians, Santos, São Paulo e Kashima Antlers, revelou que quer um brasileiro no comando da Seleção. “Quando o Ancelotti for embora depois de ser campeão, tomara que volte um treinador brasileiro ao comando da Seleção Brasileira”, bradou Oswaldo. Posteriormente, Oswaldo publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que “não pediria desculpas por algo que não disse”. Após o episódio, Leão, por sua vez, não se manifestou oficialmente sobre o assunto. Nomes de peso como Luiz Felipe Scolari, Renato Gaúcho, Rogério Ceni e outros técnicos brasileiros ligaram diretamente para o italiano para repudiar as falas dos companheiros de profissão. O tom das ligações ao italiano, de acordo com informações da ESPN, passou por manifestar que a classe de treinadores brasileiros não pensa da mesma forma. A pessoas próximas, Ancelotti demonstrou ter ficado agradecido com o gesto dos treinadores e garantiu que é desta maneira que tem sido recebido no País. O entendimento nos bastidores é de que o italiano se sente confortável e acolhido no Brasil.





